segunda-feira, 20 de abril de 2026

A EXPOSIÇÃO DE UM SUJEITO RIDÍCULO


Nos últimos dias temos observado o estágio esdrúxulo, que nos é mostrado pelo ridículo senil que atualmente preside o nosso país.

Além das falas grotescas e sem nexo, agora busca se exibir perante as câmeras financiadas pelo nosso dinheiro.

Um vídeo mostra o ‘cidadão” fazendo exercícios em uma academia. Logicamente é só pose, pois só dura poucos segundos.

Em outro vídeo aparece o casal em uma cozinha, que não deve ser do Alvorada, mostrando a mulher dele preparando uma paca.

Na ridícula gravação, aparece a referida vestida de dona de casa fingindo que está cozinhando, enquanto o “ilustríssimo” sentado, tece elogios ao feito.

Vamos a análise da cena: Em primeiro lugar no planalto existem muitos empregados na cozinha;

Em segundo lugar o referido “dignitário” já expressou que ela não nasceu para ser dona de casa, ou seja, não sabe nem fritar um ovo;

Em terceiro lugar, observa-se uma grande quantidade de carne preparada na bandeja. Não seria uma grande quantidade para duas pessoas?

Em quarto lugar, e por último, além das pacas serem animais proibidas de serem caçadas, nota-se uma grande quantidade de carne, o que é incoerente com um só animal.

Agora vamos ver a última cena da pré-campanha eleitoral.

Madri, capital da Espanha, inicialmente o observamos quebrando o protocolo, durante uma cerimônia, e sendo chamado a atenção.

Depois sendo registrada a cena, ocorrida na principal igreja da Espanha, onde o ridículo, aparece de joelhos, fingindo que está rezando.

O que provoca o período eleitoral? Uma imagem, em franca decadência, fingindo ser católico para atrair eleitores. Mesmo já tendo afirmado que tem orgulho de ser comunista.

Esse é o nosso país! O pior tem gente que acredita e defende esse tipo de lixo humano.

Só nos resta a ajuda de Deus, pois quem poderia nos defender, encontra-se acovardado.

Aguardem aos próximos episódios.

Paulo Edgar Melo

terça-feira, 7 de abril de 2026

ESQUERDOPATIA – O MAL QUE ESTÁ AFETANDO O BRASIL.


O nosso país está sendo atingido, por uma epidemia, altamente contagiosa, chamada esquerdopatia.

Atualmente, cerca de 40% de nossa população está contaminada.

O que vem a ser Esquerdopatia é uma sociopatia que acomete grupos ou movimentos sociais e políticos ligados a partidos políticos de esquerda.

Geralmente ignoram a realidade e são especialistas na tentativa de transformar mentiras em verdades. Nem sempre conseguem.

Sofrem também de Amnésia Sistêmica Proposital, uma nova patologia exclusiva de quem tem esquerdopatia.

Quais são os principais sintomas:

Normalmente, o afetado por essa doença, não gosta de trabalhar, é relaxado fisicamente, gosta de viver às custas dos outros, e culpa os outros pelos seus erros.

Atualmente, o maior foco de contaminação, está nos estabelecimentos de ensino, principalmente nas universidades, antes disseminadoras de conhecimento, hoje como foco de doutrinação política.

Nenhum argumento, por mais real que seja, é aceito e questionado baseado naquilo que acham que representa a verdade absoluta.

Infelizmente é uma doença incurável, para a maioria dos contaminados, e não existe uma vacina eficaz para evitar a contaminação.

E não adianta discutir com eles, eles são os donos da verdade absoluta.

E como diz a frase que aprendi há muito tempo: “Contra a ignorância não existem argumentos.”

Paulo Edgar Melo

  

 

 

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

O QUE É FASCISMO!

O verdadeiro fascista é aquele que acusa o outro de fazer exatamente aquilo que ele próprio faz, e de ser aquilo que ele mesmo é.

O verdadeiro fascista gosta de chamar todos os que discordam dele de fascistas. Por isso, vemos tantos “comedores de capim” chamando pessoas de bem de fascistas, numa clara inversão de valores.

O fascismo é, por natureza, centralizador e autoritário. Ele persegue opositores, controla a imprensa, censura vozes divergentes e utiliza o Estado, a TV e o rádio para promover propaganda ideológica.

Além disso, busca enfraquecer a liberdade de expressão e transformar instituições públicas em instrumentos de poder.

Agora, reflita: qual lado, hoje no país, controla grande parte da mídia, persegue adversários políticos, censura a população, prende manifestantes e os chamam de golpistas e ameaça quem não se submete às suas vontades?

Em regimes fascistas, ditatoriais ou tirânicos, a autorregeneração democrática torna-se estruturalmente inviável sem pressão externa ou rupturas profundas. Isso ocorre por diversos fatores:

1. Captura das Instituições e Fim dos Pesos e Contrapesos

Quando Judiciário, Legislativo e imprensa são instrumentalizados pelo governo, deixam de servir ao povo e passam a servir à manutenção do poder. Na ciência política, isso é conhecido como destruição do sistema de “freios e contrapesos”.

• Judiciário e Legislativo: Em regimes fechados, essas esferas perdem sua independência e passam a obedecer à ideologia dominante, e não à Constituição. A lei deixa de ser um instrumento de justiça e passa a ser uma arma política.

• Imprensa e Informação: O controle da mídia impede a formação de uma opinião pública livre. Sem pluralidade de ideias, o regime passa a monopolizar a narrativa e dificulta qualquer resistência interna.

2. O Paradoxo da Restauração Interna

As mesmas ferramentas que deveriam restaurar a democracia foram moldadas pela tirania. Por isso, tornam-se incapazes de promover mudanças reais.

• Vícios de Origem: Quando cargos públicos e militares dependem da fidelidade política, forma-se uma burocracia voltada à autopreservação.

• Incapacidade Estrutural: As instituições passam a funcionar justamente para impedir qualquer transformação.

3. O Papel da Pressão Externa e da Soberania

Regimes fechados criam um sistema estático de opressão. Sem pressão externa, dificilmente se rompem.

• Isolamento e Intervenção: Historicamente, ditaduras raramente caem apenas por reformas internas. Geralmente, a mudança exige sanções, pressão internacional ou apoio a movimentos democráticos.

• Restituição da Soberania: A ajuda externa não fere a soberania; ao contrário, ajuda a devolvê-la ao povo, quando ela foi sequestrada por um grupo no poder.

Conclusão

A permanência de regimes como o da Venezuela e de Cuba, que já dura mais de 65 anos, não se deve ao apoio popular contínuo, mas à eficiência na destruição de qualquer via institucional de contestação.

Quando o sistema se transforma em um circuito fechado de autopreservação, apenas fatores externos ou rupturas profundas conseguem restaurar o Estado de Direito.

Diante disso, cabe a cada cidadão refletir: Será se o povo brasileiro vive num regime democrático?

 

 

A EXPOSIÇÃO DE UM SUJEITO RIDÍCULO

Nos últimos dias temos observado o estágio esdrúxulo, que nos é mostrado pelo ridículo senil que atualmente preside o nosso país. Além das...